No princípio era o ovo e a terra ficou oval,
o ovo pensou: estou frito, cozido e mal pago,
meio sem sal, mexido, virou omelete,
duro por fora mas mole por dentro,
ouviu que ovo unido jamais seria comido.
Viu que vovô tinha dois lados: um interior, caipira,
pequeno, gema escura, às claras, mais pra canavial,
simples, se ouve entende. Outro, de granja, esbanja
a todos diz gema, novo uma ova, mais pra caviar,
ignorante, óbvio, se vai ouvir sai eu não ovo.
Se é pro bem do povo diga ao ovo que fico com tudo,
ovo de serpente pede pra sair, cascadura, duro de roer,
nascimento, tentáculos do polvo, se o ovo der ré eu resolvo,
deslocado, o ovo é descolado, volta pro óvulo.
Ui.... "prum" domingo, foi profundo. Vou voltar e ler de novo, pq mexeu com minha cebeça.
ResponderExcluirMas amanhã, segunda-feira. já tenho ideia para o almoço... Ovos mexidos!
legal
bjs
Também vou voltar e ler novamente. Beijusssssssssss....ENE.
ResponderExcluirNo voo do ovo, voe e voltei. Achei e gostei. Beijusssss....ENE.
ResponderExcluirPrimo querido (Abes...) rs q delícia seu blog.
ResponderExcluirNão tenho muito tempo por isso não venho aqui com frequência..mas estou adorando bjos
parabéns e sucesso ao blog!
ResponderExcluire aqui espero encontrar em breve Esperidião Neto, Miguel Macedo, Ignácio Navarro, Petrônio Salgado, Erich Rocha, Flávio Campos, entre palavras, sons e imagens Geraes.
senti falta da passagem por divinópolis, em especial do eterno Antonino de la Pedraja, o nosso mestre 'Tunino'.
grande abraço,